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terça-feira, 23 de maio de 2017

Audiência Pública de Controle Social e Cidadania é realizada em Tutóia

Prefeito de Tutóia, Romildo Damasceno, na mesa de abertura do evento. foto/Fernanda Sousa

Auditores da CGU – Controladoria Geral da União, do TCU – Tribunal de Contas da União, do TCE – Tribunal de Contas do Estado, do MPE – Ministério Público do Maranhão, e Secretaria de Fazenda do Governo do Estado, foram palestrantes de uma audiência pública na cidade de Tutóia que discutiu o acompanhamento e o controle social dos gastos dos recursos públicos dos governos municipais.

Francisco Filho da SEFAZ, Alexandre Walraven, Secretário do TCU, Herlane Maria, Promotora de Justiça de Brejo e sua assessora 

A audiência pública teve a iniciativa do Sindicato dos Servidores Públicos de Tutóia- SINSPUTSAMPAN, e contou com a presença de vereadores, agentes do executivo e de vários sindicatos e associações de vários municípios do Baixo Parnaíba.

A promotora de Justiça de Brejo em sua fala ressaltou a fiscalização por parte do cidadão, “não é aquela denúncia de picuinha, perseguição, retaliação política, isso tem que ficar no passado, [...] há privilégios, há nepotismo, porque foi assim pode mudar” reforçou ela.

O presidente do SINSPUTSAMPAN, Elivaldo Ramos, disse da importância de realizar uma audiência pública dessas com a presença de inúmeras autoridades políticas, da controladoria de órgãos de controle e da sociedade civil organizada de vários municípios.

O público fez vários questionamentos aos palestrantes sobre a previdência social e sobre recursos destinados à Educação.

O prefeito de Tutóia, Romildo Damasceno, disse que a equipe técnica do governo está à disposição do povo para prestar informações que o cidadão solicitar.

Arnaldo Freitas da CGU foi enfático: “o político que compra votos não tem responsabilidade com você [povo]”, e o povo que vende seu voto está matando a si mesmo e a sua família no que se refere a garantia da política pública de saúde, por exemplo.

Antonio Neto, Auditor do TCU, destacou a dificuldade que os vereadores têm de realizar o seu trabalho de fiscalização quando as contas públicas não chegam à Câmara Municipal, a partir de um questionamento do vereador Raimundo Sintraf, e que o povo precisa cobrar os seus representantes após eleitos.

  


Arnaldo Freitas, da CGU

Ze Maria, da CGU



Público participante



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