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sexta-feira, 3 de julho de 2015

Auto Center WM Bosch Car Service realiza capacitação com funcionários

Sempre com o obejtivo de melhorar o atendimento ao cliente, a Auto Center WM Bosch Car Service capacita seus funcionários em parceria com o SEBRAE.



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Egídio Junior confirma pré-candidatura a Prefeito de Tutoia

                                                   

O ex-prefeito Egídio Junior (1996-2004), em conversa com os blogueiros da cidade (Ariston Caldas, Antonio Amaral, Elivaldo Ramos e Neto Pimentel), confirmou que é pré-candidato a prefeito de Tutoia. Em breve convidará seus amigos e a imprensa local para apresentar sua pré-candidatura oficialmente.

Segundo Junior, a indecisão e demora de alguns grupos, faltando menos de 1 ano para as convenções, e os pedidos de centenas de populares, o fizeram tomar tal decisão. Egídio Junior, deixou claro, que só não será candidato, se um outro nome oposicionista for preferido pela população, neste caso, apoiará sem problema algum, em prol da mudança administrativa no município. 

Dessa forma, mais um nome apresenta-se para análise do povo, e no processo eleitoral, o povo é soberano, quando decide e quer, não há quem não queira. 


quinta-feira, 2 de julho de 2015

Câmara aprova em 1º turno nova proposta para reduzir maioridade penal

Aprovação ocorreu um dia após PEC semelhante ser derrubada na Casa. Idade penal reduz para 16 anos em homicídio, lesão grave e crime hediondo.
                                     

Após polêmica sobre a validade da votação e com as galerias do plenário vazias, a Câmara dos Deputados aprovou na madrugada desta quinta-feira (2) proposta de emenda à Constituição (PEC) que reduz de 18 para 16 anos a maioridade penal para crimes hediondos, homicídio doloso, e lesão corporal seguida de morte. O texto ainda precisa ser votado em segundo turno antes de seguir para o Senado.


A aprovação se deu com 323 votos favoráveis, 155 contrários e 2 abstenções. Eram necessários ao menos 308 votos a favor para a matéria seguir tramitando. De acordo com o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), a votação em segundo turno deverá ocorrer após o recesso parlamentar de julho, já que é preciso cumprir prazo de cinco sessões antes da próxima votação.

Pelo texto, os jovens de 16 e 17 anos terão que cumprir a pena em estabelecimento penal separado dos menores de 16 e maiores de 18.

A aprovação da proposta ocorre depois de a Casa derrubar, na madrugada de quarta-feira, texto semelhante, que estabelecia a redução casos de crimes cometidos com violência ou grave ameaça, crimes hediondos (como estupro), homicídio doloso, lesão corporal grave ou lesão corporal seguida de morte, tráfico de drogas e roubo qualificado.

Após a rejeição na noite anterior, Cunha afirmou que a Casa ainda teria que votar o texto principal, mas ressaltou que isso só ocorreria após o recesso parlamentar de julho. No entanto, após reunião com parlamentares favoráveis à redução da maioridade penal, ele decidiu retomar a análise do tema nesta quarta (1º) para apreciar um texto parecido com a proposta rejeitada.

Jovens da União Nacional dos Estudantes (UNE) e da União Nacional dos Estudantes Secundaristas (UNBES) não esperavam a retomada da votação e, por isso, não conseguiram fazer protestos como os mobilizados na noite anterior.

Cunha também não permitiu a entrada dos poucos estudantes que foram à Câmara para defender a derrubada da proposta, alegando que os manifestantes fizeram tumulto na noite anterior. A decisão do presidente da Câmara de votar um texto semelhante ao derrotado de madrugada também gerou bate-boca e questionamentos por parte de deputados contrários ao texto, mas o peemedebista conseguiu prosseguir com a votação.

Durante a sessão, deputados do PT, do PSOL e do PCdoB defenderam a derrubada da PEC. O governo defende alterar o Estatuto da Criança e do Adolescente e ampliar o tempo máximo de internação de 3 para 8 anos.

“Todos nós queremos resolver a questão da violência, da criminalidade, queremos evitar que crimes bárbaros terminem. Mas precisamos, de forma madura e responsável, encontrar qual a alternativa real para resolver o problema. E a alternativa real é alterarmos o Estatuto da Criança e do Adolescente. Os efeitos colaterais dessa redução da maioridade penal são maiores que os alegados benefícios”, disse o deputado Henrique Fontana (PT-RS).

O líder do governo, deputado José Guimarães (PT-CE), também discursou contra a proposta. “Não queremos jovem infrator na rua, mas queremos lugares decentes para que eles sejam punidos. Mas não dá para misturar os jovens com bandidos de alta periculosidade. O que está em jogo é o futuro dessas gerações. É um retrocesso se aprovarmos essas emendas”, afirmou.

Já parlamentares favoráveis à redução da maioridade penal argumentaram que a PEC não soluciona o problema da violência, mas reduz o sentimento de “impunidade”. "Nós sabemos que a redução da maioridade penal não é a solução, mas ela vai pelo menos impor limites. Não podemos permitir que pessoas de bem, que pagam impostos, sejam vítimas desses marginais disfarçados de menores", discursou o líder do PSC, André Moura (SE).

O líder do PMDB, Leonardo Picciani (RJ), um dos articuladores da votação nesta quarta, também defendeu a redução da maioridade penal. "O PMDB afrma a sua posição de maioria pela redução da maioridade penal, nos crimes especificados. Achamos que a proposta é equilibrada, ela é restrita", disse. “A sociedade não aceita mais a impunidade e não deseja mais sentir o medo, o pavor e o receio que vem sentido no dia a dia.”

Emenda apresentada na quarta

A proposta derrubada nesta quarta é produto de uma emenda aglutinativa – texto produzido a partir de trechos de propostas de emenda à Constituição apensadas ao texto que está na pauta do plenário.

Essa emenda foi elaborada pela manhã por deputados do PSDB, PHS, PSD e PSC, e protocolada na Secretaria-Geral da Mesa. No plenário, deputados do PT, do PDT e do PCdoB alegaram que a elaboração de uma proposta com teor muito semelhante ao texto derrubado contraria o regimento. Argumentaram ainda que, para ser votada, a emenda teria que ter sido elaborada e apensada antes da votação ocorrida durante a madrugada.

Cunha rebateu os argumentos citando o artigo 191, inciso V, do regimento interno da Câmara. Conforme esse trecho, na hipótese de rejeição do substitutivo (texto apresentado pelo relator da proposta, como é o caso), “a proposição inicial será votada por último, depois das emendas que lhe tenham sido apresentadas”.

Segundo o peemedebista, como o texto original ainda não havia sido votado, é permitida a apresentação de novas emendas aglutinativas com base nas propostas apensadas a essa redação.

Os parlamentares continuaram a protestar e Cunha chegou a bater boca com eles. “Quando o senhor é chamado de autoritário, o senhor se chateia”, protestou o deputado Glauber Braga (PSB-RJ). Cunha rebateu: “Ninguém vai vencer aqui no berro”.

“Não imagine que o senhor vai nos escravizar, porque não vai. Não imagine que todos os parlamentares vão abaixar a cabeça”, emendou Braga. O deputado Weverton Rocha (PDT-MA) acusou Cunha de “aplicar um golpe”. A deputada Erika Kokay (PT-DF) chamou o presidente da Câmara de Luiz XIV, em referência ao rei francês absolutista, e disse que ele tentava sobrepor a sua vontade a dos parlamentares.

José Guimarães (PT-CE), fez um apelo para que a votação fosse suspensa e a Câmara discutisse como alternativa um projeto de lei que tramita no Senado ampliando de 3 para 10 anos o período máximo de internação de jovens infratores.

Segundo ele, “uma discussão tão importante como essa” não poderia ser tratada “com tamanho radicalismo”. Guimarães argumentou ainda que a aprovação da emenda poderia trazer “sequelas”.

“Reverter [a posição] de ontem para hoje é o melhor caminho? Claro que não, porque pode deixar sequelas”, disse sobre o impacto da redução. No entanto, Cunha não cedeu e continuou a sessão. Os parlamentares contrários à redução da maioridade decidiram, então, obstruir a sessão, utilizando-se de manobras previstas no regimento para postergar ao máximo a votação.

Via G1

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Câmara dos Vereadores de Tutoia entra em recesso. Veja o que aconteceu na sessão desta quarta (01/07)

   

Por Antonio Amaral

Em uma sessão de avaliações nos últimos seis meses a Câmara Municipal com os vereadores presentes: Antonio Chico(presidente), Pedro Agripino, Binha, Enilson Santos, Christian Noronha, Alexandre Baquil, Rafael Fonseca, Zé de Mar e Maria do Carmo.

Usando seus cinco minutos do tempo regimental e reconhecendo os trabalhos de publicidade local através dos blogs, a vereadora da base do governo Maria do Carmo, fez elogios aos blogs da cidade com a importância dos serviços prestados e lidos em toda região.

Surpreendeu durante a sessão o pronunciamento do vereador Enilson Santos(PP), além de justificar da sua ausência das últimas sessões, relatou o incidente ocorrido no Hospital Lucas Veras, quando precisou dos atendimentos de urgência para sua filha, a mesma estava com uma ponta de lápis em seu nariz e ao ter dado entrada no Hospital para os primeiros socorros os profissionais que lá estavam não deram a atenção devida ao pedido do vereador.

Foi então, segundo o relato do vereador Enilson Santos, o mesmo agiu no momento de desespero, alterando o tom da voz, pela demora do atendimento de sua filha.

Disse ainda ficar perplexo pela omissão de uma das profissionais do plantão e medidas cabíveis estão sendo tomadas junto ao Secretário de Saúde do Município.

Assim foi a sessão do dia com agradecimentos dos vereadores em alguns projetos de lei, aprovados durante os seis meses e com participação da população.



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TA CHEGANDO A HORA!!! É NESTE SÁBADO (04), A NOITE SERTANEJA MAIS TOP DO BAIXO PARNAÍBA EM BREJO-MA

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Anapurus: Morre o ex-deputado Júlio Monteles, aos 76 anos

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Morreu hoje – quarta, 1 de julho, dia em que completava 76 anos -, por volta das 10h, em São Luis, o ex-deputado estadual, Júlio Monteles, esposo da prefeita de Anapurus, Tina Monteles.

Júlio foi um dos maiores líderes políticos do Baixo Parnaíba e Alto Munim. Ele foi deputado estadual por cinco pleitos consecutivos e tinha grande influência no cenário político estadual.

O “Guerreiro do Baixo Parnaíba”, como era carinhosamente chamado por seus aliados, saiu da cena política em 2001, após complicações de um AVC sofrido em novembro de 2000.

A prefeita Tina, ao lado de Júlio, em 1° de julho 2014, na comemoração do aniversário de 74 anos do “Guerreiro do Baixo Parnaíba”.

Mesmo assim, estava sempre presente nos eventos promovidos pela prefeita Tina Monteles, que fazia questão de atribuir a ele, a inspiração para seu trabalho e conquistas para o município de Anapurus.

                    ANIVERSARIO 75 ANOS JULIO MONTELESIMG_6932ANAPURUS

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